Os dias não são todos cor de rosa, os últimos têm sido bem cinzentos até. E em momentos demasiado cinzentos, de muito me tem valido a terapia máquina na mão + natureza. As flores do nosso jardim estão a despertar, como que a dizer-me "Toma lá um pouco de cor!" , e hoje deram-me a cor de rosa. Parece que adivinham.
10 abril 2013
04 abril 2013
Diário ። a fotografia na minha vida
A fotografia na minha vida conta-se de forma muito breve. Não cresci à volta de gente que constantemente empunha-se uma máquina na mão, não. Muito longe disso. A única pessoa na minha família que gostava de fotografia e que assim que teve possibilidade comprou uma máquina foi o meu pai. E, sem dúvida, uma memória bem presente é a do meu pai a desmontar a mesma peça por peça quando esta avariou. Ou seja, na minha família não há máquinas antigas para herdar, não há o gosto pela fotografia de forma vincada para passar de geração em geração. Ainda assim, quer em mim, quer no meu irmão, o gosto pela fotografia foi crescendo de forma evidente.
E eu gosto de fotografar, gosto mesmo. A melhor forma que encontrei de estar comigo mesma foi precisamente caminhar e fotografar e é isso que venho tentando fazer há já algum tempo: caminhar em direcção aos sonhos (como dizia a minha amiga Marta) de máquina na mão e registar pelo caminho todas as peças desse meu puzzle.
Fotografo crianças e o mundo à volta delas porque esse é o tema que genuinamente me faz correr por gosto, me emociona, tira o melhor de mim e me faz conseguir os melhores resultados. Mas há também outros temas que gosto muito de fotografar, como comida e a natureza. E volta e meia, aventuro-me noutros registos ainda, pelo desafio, pela novidade e pela aprendizagem que obrigatoriamente acrescentam à minha bagagem.
E assim, antes do almoço, aqui ficam algumas imagens, precisamente de comida :-)
Todos os pratos e doces (excepto um) foram confeccionados por mim.
Todos os pratos e doces (excepto um) foram confeccionados por mim.
E aqui as fotografias que fiz com a minha querida amiga Patrícia. Foi Forking Amazing ;-)
03 abril 2013
Bebés ። (a minha) Rita
A Rita não é da minha família, mas para mim é como se fosse. Venho registando a ainda pequenina vida dela desde a altura que era apenas um pequeno feijãozinho na barriga da mãe. E por isso considero que ela, assim como a Matilde, são minhas também. São as minhas bebés desde o início deste meu novo caminho.
Mas a verdade é que já não via a Rita há algum tempo. A última vez foi em Outubro, no dia em que celebrámos o seu baptizado. E por isso, ontem, quando nos encontrámos para eu tomar um café com a mãe dela, a reacção inicial foi esta:
Mas a verdade é que já não via a Rita há algum tempo. A última vez foi em Outubro, no dia em que celebrámos o seu baptizado. E por isso, ontem, quando nos encontrámos para eu tomar um café com a mãe dela, a reacção inicial foi esta:
Depois lá a reconquistei novamente e um café com a mãe Carla, resultou nesta mini, mini sessão. Não dá, simplesmente não dá, para ter a máquina comigo e não desatar a fotografar-la.
E no fim, a despedida já foi muiiiiiito melhor :-)
Daqui a um mês completa um ano de vida. Está linda a princesa.
Bebés ። She's so grown up! ። sneak peek ።
Com 12 dias de vida ❤ - ilustração de Joana Rosa Bragança +info aqui.
Quase, quase um ano!
Ontem tive o prazer de passar quase duas horas com ela. Mais logo haverá novo post com as restantes imagens.
Tenham um muito bom dia.
Tenham um muito bom dia.
29 março 2013
Diário :: Empatia
Empatia é o que sinto muitas vezes, por pessoas que nunca conheci pessoalmente, mas que vou acompanho pelos seus blogs e com as quais me identifico por algum motivo. Ontem foi dia de conhecer melhor duas delas, por coincidência as duas com o nome Maria João. A Maria João Leandro - Maria Cachucha - veio de Lisboa passar uns dias com a Maria João Dias - Era uma vez - que vive no Porto. As duas vieram até Guimarães para estarem comigo. A manhã foi muito boa e a conversa aconteceu naturalmente, como se nos conhecêssemos há anos. E é verdade que há anos que comunicava-mos virtualmente.
O dia não podia estar pior, passear não era uma opção e por isso, escolhi como local para o encontro, um dos locais mais calminhos que podem encontrar em Guimarães durante a semana - CCVF. E sempre que marco um encontro aqui, gosto de chegar mais cedo e ir até aos jardins fotografar. E assim foi, mesmo a chover, de guarda-chuva na mão, fotografei.
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